COMBO 02 COMO EU FAÇO | COSMETOLOGIA VOL 1 + COSMETOLOGIA VOL 2

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LIVRO - COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO - VOLUME 1

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Cuidar da pele é proteger, defender e resguardar o corpo todo. A cosmetologia tópica é responsável por grande parte desta função. E quando falamos de cosmetologia de uso tópico devemos nos lembrar que a pele é também o órgão mais extenso do organismo.

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LIVRO – COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – VOLUME 1

Informações do Livro

A Cosmetologia sempre esteve ligada à evolução da sociedade humana. É uma ciência que cuida da manutenção da eudermia e do embelezamento da pele e seus anexos, sendo que atualmente estamos dando ênfase a um novo conceito: a ciência da saúde da pele. A Cosmiatria ou Cosmecêutica é uma nova tendência no campo da Cosmetologia. Ela faz o elo dos tratamentos cosmetológicos ao de enfermidades cutâneas.

Há muito que a indústria cosmética tem crescido admiravelmente, bem como o seu interesse no desenvolvimento de produtos seguros, eficazes e acessíveis ao consumidor.

A criação do Código de Defesa do Consumidor, as exigências e cobranças da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde e a própria concorrência induziram a indústria a tomar atitudes mais cautelosas e responsáveis no que diz respeito à ação e aos benefícios dos seus produtos, associando suas afirmações a trabalhos científicos atualizados e reconhecidos internacionalmente.

A conscientização da indústria e dos próprios consumidores, cada vez mais exigentes, associada à ação dos órgãos regulatórios, resultou na adoção de medidas que contribuíram para ampliar a segurança e eficácia dos cosméticos, inclusive com a efetivação de testes clínicos antes da comercialização, observados por profissionais especialistas. Tais práticas proporcionam mais segurança ao fabricante, bem como reforçam sua credibilidade e competência no mercado. Também melhoram a confiança e o vínculo com o consumidor, proporcionando fidelização ao produto.

Sendo o produto cosmético de livre acesso ao consumidor, este deve ser seguro nas condições normais ou razoavelmente previsíveis de uso (Guia para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos da Anvisa). Portanto, as matérias-primas empregadas na fórmula do produto devem ter segurança comprovada e cujo uso encontra-se aprovado na indústria cosmética. Além do mais, a segurança da fórmula final deve ser testada antes de sua colocação no mercado, como preconiza o Guia para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos da Anvisa.

De acordo com as Boas Práticas Clínicas, Evento Adverso é qualquer ocorrência médica desfavorável ocorrida em um sujeito participante de investigação clínica que tenha utilizado um produto farmacêutico, mas que não apresente obrigatoriamente uma relação causal com o tratamento (Conferência Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para o Registro de Farmacêuticos para Uso Humano – ICH).

O contato da pele com produtos de aplicação tópica, como é o caso dos cosméticos, pode ocasionar diferentes tipos de reações. Entre essas reações cutâneas destacam-se a dermatite eczematosa de contato, urticária, acne e hipercromias.

Normalmente, a dermatite de contato é decorrente de dois mecanismos: por irritação primária, pela ação de substâncias irritantes ou por sensibilização, na presença de algum componente alergênico. Para avaliação e estimativa do potencial irritativo e sensibilizante de um produto, um conjunto de variáveis deve ser levado em consideração: componentes da fórmula, concentração dos ingredientes, absorção, quantidade aplicada, estado da pele, modo e frequência de aplicação e o efeito cumulativo .

A permeabilidade da pele varia conforme a região do corpo, sendo as pregas e a face as áreas de maior absorção. Quando aplicado sobre a pele, um produto terá maior ou menor absorção percutânea em função da sua concentração, tipo de veículo usado, área da superfície cutânea e tempo de contato com a pele .

Portanto, devido a tais motivos, algumas regiões do corpo são mais suscetíveis à ocorrência de irritação que outras.

As pesquisas efetivadas com seres humanos são regulamentadas segundo leis bastante rigorosas, com o objetivo de proteger e resguardar os indivíduos. Estas leis variam de acordo com o país. No Brasil, estas pesquisas são permitidas, desde que sigam os preceitos da Declaração de Helsinque e Resolução CNS n° 466/12 (CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE, 2013).

As pesquisas para avaliação da segurança de cosméticos têm como objetivo confirmar a ausência de risco associado ao uso do produto cosmético. E a busca por tal segurança deve incorporar permanentemente o avanço do estado da arte da ciência cosmética.

As pesquisas de compatibilidade, realizadas através de patch test, buscam comprovar a ausência de eventos adversos durante a aplicação de um produto cosmético pela primeira vez na pele, comprovando assim que o mesmo é seguro para uso. Consistem de aplicações repetidas do produto na pele avaliando-se a não ocorrência de irritação ou sensibilização , .

Pode ser também comprovada a ausência de potencial fotoirritativo ou de fotossensibilização. Já as pesquisas de aceitabilidade avaliam a segurança dos produtos em condições reais de uso, permitindo, assim, conhecer o produto nas mesmas condições de comercialização. Assim, são realizadas com o produto acabado, antes da sua introdução no mercado. Pode-se avaliar também, além da segurança, as características sensoriais do produto, detectando-se queixas e comentários adicionais referentes à sua “performance”.

Através dos testes clínicos, a empresa toma conhecimento das possíveis considerações e queixas que poderão surgir durante a comercialização do seu produto, podendo desenvolver estratégias, como, por exemplo, o treinamento específico do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), previamente ao lançamento do produto.

Estrutura de Capítulos 

“COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – Parte 1” está estruturado em 10 capítulos, na ordem apresentada a seguir:

Considerando o exposto no Capítulo I – INTRODUÇÃO, apresentamos o processo de construção da temática do estudo, contextualizando o ensino da estética e cosmética, a necessidade de se conhecer os estudos de compatibilidade dos ativos, as legislações.

Capítulo 2 – COSMETOLOGIA:este capítulo promove o conhecimento imperativo ao profissional da estética acerca do sentido teórico e prático da cosmetologia. A necessidade de se conhecer legislações, os grupos de risco, bem como as reações alérgicas ou sensibilizantes.

Capítulo 3 – BASE COSMÉTICA OU DERMATOLÓGICA:descreve a necessidade e precisão do profissional que utiliza a cosmética em seu dia a dia de consultório de distinguir e avaliar as bases cosméticas ideais ao tipo de pele e trabalho proposto.

Capítulo 4 – FARMÁCIA MAGISTRAL NO BRASIL: neste capítulo apresentamos o setor magistral que atualmente representa um importante segmento do mercado brasileiro de cosméticos e medicamentos. A exigência cada vez maior das autoridades sanitárias evidencia a preocupação com a qualidade dos produtos manipulados, devido à crescente busca por seus produtos de altíssima qualidade e preços competitivos.

Capítulo 5 – MELANOGÊNESE: Possibilita compreender o mecanismo de produção da melanina, bem como definir suas etapas e as famílias de ativos cosmetológicos que inibem tal processo.

Capítulo 6 – PROTEÇÃO SOLAR TÓPICA: Por peculiaridades do próprio trabalho ou por definições dos padrões estéticos atuais, que valorizam o bronzeado, as pessoas continuam se expondo constantemente à radiação ultravioleta. Assim, torna-se fundamental a proteção contra os seus efeitos prejudiciais. O capítulo 6 descreve as ações da radiação solar, bem como as formas de proteção encontradas atualmente no mercado brasileiro.

Capítulo 7 – A PELE E O CLIMATÉRIO: este capítulopermite compreender a pele feminina predominantemente dominada pelo hormônio estrogênio. As alterações ocorridas e a dificuldade de manutenção dos índices normais de hidratação.

Capítulo 8 – FOTOBIOMODULAÇÃO – BENEFÍCIO PARA TODOS? Este capítulo tem a intenção de apresentar dados acerca dos benefícios da luz azul, mas também versa sobre as atenções terapêuticas que o profissional que faz seu uso em consultório deve ter.

Capítulo 9 – VITAMINA C – DESCOMPLICANDO ESTE ATIVO: Descreve o uso da Vitamina C e considera as limitações. Contudo, enaltece suas habilidades e benefícios.

Capítulo 10 – PRINCÍPIOS ATIVOS:  Depois de saber mais sobre as interações, as sinergias e o modo de atuação, resta agora conhecer os ativos, suas funções, as interações com a luz do dia ou se necessariamente devem ser utilizados à noite, as concentrações usuais e o pH de estabilidade. Muitos ativos são permitidos em gestantes, outros tantos não possuem estudos que garantam a segurança nesse período. Este capítulo foi totalmente basedo nas literaturas disponibilizadas pelas indústrias que produzem os ativos.

FINALIZO com a certeza de que foi possível descrever a Cosmetologia de uma forma simplificada, mas sem esquecer que ela faz parte de uma das diversas áreas complexas das Ciências Farmacêuticas e das Ciências Químicas e Bioquímicas, e por que não dizer também da Dermatologia.

Dedicamos esta pesquisa à escolha e aplicação dos produtos cosméticos, seu desenvolvimento, legislação e elaboração, baseada nos ativos consagrados e suas bases de condução, de uma forma descomplicada e verbilizada pelo profissional da estética.

Apontamos nossas respostas para os objetivos que nortearam este livro, comentando as questões abordadas e tornando-as, assim, não mais unicamente hipóteses iniciais de uma pesquisa.

A julgar pelas informações fornecidas pelos diferentes autores consultados e pelas observações e comentários apresentados por mim, o conteúdo permite que o profissional da estética e cosmética possa inserir em seu atendimento a prática, o uso e a escolha dos ativos com maior segurança e cientificidade.

Reforçamos também que COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – VOLUME I é uma obra complementar ao livro PEELING: COMO EU FAÇO. Uma forma de se obter sucesso no tratamento das mais diversas disfunções de pele, que causam transtornos estéticos e de saúde.

Mais Informações 

Ainda no primeiro semestre de 2019 será lançado “COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – VOLUME II, no qual serão abordados outros temas, tais como acne, rosácea, pele sensível, corneoterapia, fotoenvelhecimento, tabagismo, atopias de pele e suas relações com a prática cosmetológica.

Sinto-me agraciada e extremamente feliz pelas amizades fortalecidas durante este processo e, principalmente, por conseguir a prova de que cosmetologia e estética se fazem em equipe multidisciplinar, através de pesquisa científica, muito estudo e, lado a lado, dia a dia com o cliente.

LIVRO – COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – VOLUME 2

Informações do Livro

Cuidar da pele é proteger, defender e resguardar o corpo todo. A cosmetologia tópica é responsável por grande parte desta função. E quando falamos de cosmetologia de uso tópico devemos nos lembrar que a pele é também o órgão mais extenso do organismo.

 Com certeza cada órgão do corpo humano possui suas particularidades e complexidades, mas quando falamos da nossa especialidade, “a pele” devemos ter em mente a  originalidade que envolve este tema, conhecer em profundidade a fisiologia da pele, suas adversidades, fragilidades, e enfrentamentos, nos torna mais capazes, aptos e merecedores do título de “especialistas em pele”, “especialistas em cosmetologia”.

        Faz parte também deste conhecimento, uma profunda sabedoria, não somente sobre as disfunções estéticas, mas também a completa informação sobre as patologias orgânicas e dermatológicas que afetam esta ciência.

Falar de beleza é, a um só tempo tratar de alguma coisa muito real, que desperta sentimentos intensos e inspira ações que vão da contemplação reverencial e silenciosa, a empoderações de ordem conceitual e/ou material para usufrui-la e/ou produzi-la, mas que também se furta e nos nega uma definição objetiva, ou seja, beleza é algo extremamente subjetivo e particular que varia conforme a cultura de um povo.

        O que significa para um homem ou uma mulher, serem feios nos tempos atuais? Seria somente de beleza que nós profissionais da estética e cosmética tratamos?  Quais as perdas que ocorrem durante o envelhecimento do ser humano? Quais os possíveis ganhos? E quais as perspectivas nos dias atuais para o indivíduo que envelhece e não quer perder sua beleza física e estética?

        À medida que investigamos os novos conceitos e definições da fisiologia, histologia, constituição, organização e funcionamento da pele no mundo moderno de hoje, também precisamos estar cientes e abertos para uma nova inclusão de conceitos, bem como, que teremos de estudar a pele sob um novo olhar, sob um novo prisma, uma nova complexidade.

A sociedade em que vivemos possui padrões de estética e beleza bem delimitados e exigentes, e a maioria das pessoas esforça-se, de certo modo, para atingi-los e com isso enquadrar-se neste modelo de beleza. No caso dos pacientes com problemas dermatológicos, o sentimento de inadequação e os estigmas vivenciados são muito claros e evidentes diante de tais exigências sociais de “normalidade” estética.

Sinto a necessidade de destacar que a qualidade de vida de uma pessoa está baseada, entre diversos aspectos, desde a maneira como o indivíduo flexibiliza suas posturas e costumes frente às situações estressantes da vida, bem como a maneira que conduz estas atitudes, a fim de alcançar um melhor relacionamento consigo e com os outros.  Sendo assim, tento demonstrar a real função da estética e da cosmética na sociedade, pois através de nosso conhecimento talvez sejamos capazes de amenizar os sinais e sintomas estéticos destas situações, promovendo a saúde da pele através da cosmetologia tópica.

Estruturas de Capítulos

“COSMETOLOGIA: COMO EU FAÇO – Volume 2” está estruturado em 11 capítulos, na ordem apresentada a seguir:

Considerando o exposto no Capítulo I – INTRODUÇÃO, apresentamos o processo de construção evolutiva da temática do estudo, contextualizando a complexidade da análise e do conhecimento científico da pele e determinando a necessidade urgente do estudo e pesquisa de novos conceitos.

Capítulo II – ACNE, expomos no capítulo dois o conceito de acne como sendo uma dermatose crônica, multifatorial e inflamatória da unidade pilossebácea, a qual é formada por uma glândula sebácea bem desenvolvida, um grande ducto e um pelo rudimentar, bem como os possíveis tratamentos da atualidade. A escolha do ativo para o tratamento home care, depende totalmente do diagnóstico correto do motivo pela qual a acne se faz presente.

Capítulo III – ENVELHECIMENTO, GLICAÇÃO E RADICAIS LIVRES, o capítulo trêsdescreve o expressivo envelhecimento populacional, realidade vivida pelos países desenvolvidos há algum tempo, e mais recentemente pelos países em desenvolvimento. Tal crescimento despertou o interesse global no desaceleramento dos danos causados à pele. Novas tecnologias, novos conceitos, novos resultados.

Capítulo IV –TABAGISMO e RADICAIS LIVRES, o quarto capítulo aborda um grande problema de saúde pública; o tabagismo, e a partir daí, descreve também os danos especialmente causados a pele, devido a imensa quantidade de radicais livres que o tabaco produz neste tecido, cerca de mais de quatro mil e setecentos conhecidos até a presente data. E de que forma a cosmetologia pode abrandar estes efeitos negativos.

Capítulo V – CUIDADOS COM A PELE DA GESTANTE, o período gestacional é descrito no capítulo cinco. Considerado um momento de grande risco de desenvolvimento de alterações na pele da gestante. O uso inadequado de produtos cosmetológicos pode acarretar problemas para a gestante e para o feto. O controle e a boa prática de cuidados afastam tal possibilidade.

Capítulo VI – CORNEOTERAPIA: UMA ABORDAGEM INOVADORA PARA ENTENDER A PELE, o capítulo seis, expõe o termo Corneoterapia, que foi definido pela primeira vez pelo dermatologista americano Professor Albert Kligman em meados dos anos 1960. A Corneoterapia descreve as intervenções preventivas que são principalmente direcionadas para a correção e restauração da barreira do estrato córneo que se tornou defeituosa e prejudicada pelos muitos fatores intrínsecos e extrínsecos da vida. Tal conceito vem amplamente sendo aceito mundialmente. E a adoção destes conceitos possibilita a correção de diversas disfunções e patologias de pele.

Capítulo VIIDERMATITES ATÓPICAS, o capítulo sete propõepodermos considerar que os defeitos na barreira cutânea são as alterações primárias da condição patológica dos pacientes com dermatites atópicas, pois as mesmas têm sido identificadas em estudos atuais. Delineamos o tema e as possíveis opções de controle tópico cosmetológico.

Capítulo VIIIPSORÍASE, expomos no capítulo oitoque a Psoríaseseja a doença autoimune mais prevalente em adultos e cujo impacto social e psicológico costuma ser subestimado. Mesmo considerando variações de desenho epidemiológico, trata-se de uma doença comum, de distribuição universal, que não apresenta cura, mas possui tratamento.

Capítulo IXROSÁCEA, no capítulo nove, tratamos sobre o tema: Pele portadora de Rosácea. A mesma é uma doença vascular inflamatória crônica, com remissões e exarcebações. Pretende-se demonstrar as bases de tratamento cosmetológicos no intuito de fornecer conforto e qualidade de pele, já que a mesma não possui cura.

Capítulo X

Informação adicional

Peso1.9 kg
Dimensões19 × 14 × 3 cm

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Dimensões19 × 14 × 3 cm

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